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E tudo começa com a conhecida frase: “Você prontamente se sentiu calçando os sapatos de outra pessoa? ”. Essa é somente uma analogia utilizada pra contextualizar o exercício da Empatia, que vai muito além do recurso de se colocar no território do outro. A roda rendeu depoimentos surpreendentes, mesmo entre pessoas que não se conheciam.


Houve um grande espelhamento entre as histórias pessoais da nossa turma e as http://blogfelizagora0.wikidot.com/blog:4 . Rimos e choramos juntos. No final do dia, eu estava decidida a publicar uma matéria a respeito do conteúdo. Havia percebido o tamanho da inevitabilidade de promovermos a empatia como um valor que deve ser experimentado e ressignificado diante de tempos de tanta desconexão.



Comecei entrevistando Joana Tuttoilmondo, nossa anfitriã no dia da experiência. Ao longo da atividade no Museu, senti uma conexão grande com a história que escutei e percebi não ser a única a sentir essa sintonia. http://blogautoestimaja2.ebook-123.com/post/04-tipos-de-assunto-pra-acrescentar-o-trfego-do-teu-site-dicas-extras-para-bombar dos que estiverem no nosso grupo assim como se conectaram intimamente. Pedi portanto que a Joana compartilhasse muitas reações do público diante das histórias no decorrer dos dias do evento.


“Houve uma menina, por exemplo, https://www.liveinternet.ru/users/appel_finn/blog#post437216516 ao ter ouvido o depoimento de uma pessoa que migrou da Bahia para pra São Paulo. Ela falou pra mãe dela, maravilhada: “mãe, ela contou que quando era guria tinha que andar 4 horas formada num jegue até atingir água pra beber!


E seguiu: “O que me chamou atenção foi a potência de ouvir histórias que tocam em sentimentos universais, o que é bem desigual do bate papo esvaziada de sentido e conexão que permeia nosso cotidiano. A experiência nos ilustrou assim como que queremos ocorrências em que nos sintamos tocados. Falando em histórias… Era uma vez a história de mais uma das Marias deste Brasil. https://wallinside.com/post-64370861-quais-as-vantagens-e-desvantagens-da-minha-corporacao-ter-um-website.html : Maria do Sol. No momento em que era um fedelho com apenas quarenta e cinco dias de vida experienciou um episódio que mudaria pra a todo o momento tua trajetória.


Uma vela acesa no quarto caiu acidentalmente no berço em que dormia, e o cobertor sintético que a cobria incendiou neste instante. Maria do Sol teve lesões gravíssimas nos 2 pés, que uma vez carbonizados, tiveram que ser amputados. http://sitepratopmedicina92.blog2learn.com/14601732/curso-de-web-sites-curso-de-web-sites foi a maneira encontrada por uma fantástica equipe médica pra salvar sua existência.


O tempo passou e mesmo com todas as dificuldades e adaptações necessárias, Maria sobreviveu. Proponho que durante um minuto você faça um exercício de empatia pesquisando se colocar no lugar dela. Tente sentir como reagiria? Como seria tua vida diante dos problemas geradas? Custoso até de fantasiar, né? Você necessita estar pensando que essa é uma das histórias de vida trazidas pelo Museu da Empatia… até poderia ser, porém Sol é uma figura especial que a vida fez cruzar nossos caminhos. E ao contrário do calculado, a experiência, primeiramente traumática, conferiu a Sol, uma personalidade radiante, como teu próprio nome traduz. Toda aflição e contrariedade foram transformadas em fortaleza, em uma prática inesgotável de viver a vida e irradiar energia por onde passa.


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Hoje com quarenta e um anos, Maria do Sol é Master Coach de Profunda Performance e autora, casada, tem cinco filhas e faz incalculáveis projetos sociais ligados ao desenvolvimento humano como agente de transformação. “Quando o acontecimento aconteceu tive uma alteração do meu destino, todavia isso não tirou um pedaço da minha alma ou da minha mente, foi somente um pedaço do meu físico. Conversei com ela sobre a matéria de empatia que estava escrevendo e pedi seu olhar, tanto pessoal como de coach.


Ela começou pelo lado pessoal compartilhando: “A chave dos nossos relacionamentos está na intercomunicação, e a empatia é a intercomunicação do coração. Ela é a prática de se discernir com outra pessoa, de transitar pro território do outro pra sentir o que ele sente. No momento em que o outro entende que você se importa, desse modo é acessível você ser ouvido.


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